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24 de julho de 2012

Eu tenho cada vez mais menos respostas, mas também tenho cada vez mais menos perguntas. Disso eu não duvido mais: tenho cada vez menos certezas. 
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

26 de junho de 2012

Tomara que apesar dos apesares todos, dos pesares todos, 
a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.
Tomara.
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

15 de junho de 2012

Costumo acreditar que, em grande parte das circunstâncias, por mais incrível que às vezes pareça, o outro está fazendo o melhor que pode e se não faz mais é porque, embora queira, ainda não consegue. Acredito nisso porque costumo lembrar que, em grande parte das circunstâncias, por mais incrível que às vezes pareça, faço o melhor que posso e se não faço mais é porque, embora eu queira, ainda não consigo.
Generosidade é também questão de memória. 
(Ana Cláudia Saldanha Jacomo)

14 de junho de 2012

Às vezes é preciso diminuir a barulheira, parar de fazer perguntas, parar de imaginar respostas, aquietar um pouco a vida para simplesmente deixar o coração nos contar o que sabe.
E ele conta. Com a calma e a clareza que tem.
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

4 de junho de 2012

Não há lugar para onde correr:
As mudanças, quando precisam acontecer, sabem como nos encontrar.
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

3 de junho de 2012

Não importa o quanto às vezes seja difícil, o quanto às vezes eu me atrapalhe, o quanto às vezes eu seja a densa nuvem que esconde o meu próprio sol, quantas vezes seja preciso recomeçar: combinei comigo não desistir de mim.
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

29 de maio de 2012

Meu caminho é feito de uma alma com pés valentes, mesmo quando cansados arriscam mais um passo. 
É essa doce valentia que me trouxe até aqui.
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

21 de maio de 2012

Plenitude é quando a vida cabe no instante presente sem aperto e a gente desfruta o conforto de não sentir falta de nada.
(Ana Claudia Saldanha Jácomo)

1 de abril de 2012

Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades,
mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes.
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

28 de fevereiro de 2012

Peça a Deus para que aconteça o que for melhor para você,
porque Deus sempre sabe o que é melhor para nós; a gente, não.
(ana cláudia saldanha jácomo)

7 de fevereiro de 2012

Tenho aprendido com o tempo coisas que somente com o tempo a gente começa a aprender.
(ana cláudia saldanha jácomo)

5 de fevereiro de 2012

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. 
É me sentir confortável, mesmo acessando, vez ou outra, lugares da memória que eu adoraria inacessíveis, tristezas que não cicatrizaram, padrões que eu ainda não soube transformar, embora continue me empenhando para conseguir.
(ana cláudia saldanha jácomo)

28 de janeiro de 2012

Tem dor que vira companhia. Olhando de perto, faz tempo que deixou de doer, só tem fama, mas a gente não solta
Quem sabe, pelo receio de não saber o que fazer com o espaço, às vezes grande, que ficará desocupado se ela sair de cena. Vazio é também terreno fértil para novos florescimentos, mas costuma causar um medo inacreditável. 
Quando, finalmente, criou coragem e deixou de dar casa, comida e roupa lavada para a tal dor, ela desapareceu.
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

27 de janeiro de 2012

Chega um momento em que a gente se dá conta de que, às vezes, para sermos verdadeiros com nós mesmos, precisamos ter o desprendimento para abençoar as tentativas sem êxito, agradecer pelo o que cada uma nos ensinou, e seguir. De que, às vezes, para se reconstruir, é preciso demolir construções que, por mais atraentes que sejam, não são coerentes com a ideia da nossa vida. A gente se dá conta do quanto somos protegidos quando estamos em harmonia com o nosso coração. De que o nosso coração é essencialmente amoroso, o bordador capaz de tecer as belezas que se manifestam no território das formas. De que, sabedores ou não, é ele que tem as chaves para as portas que dão acesso aos jardins de Deus.
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

11 de janeiro de 2012

Chega um momento em que a gente se dá conta de que, às vezes, para sermos verdadeiros com nós mesmos, precisamos ter o desprendimento para abençoar as tentativas sem êxito, agradecer pelo o que cada uma nos ensinou, e seguir. De que, às vezes, para se reconstruir, é preciso demolir construções que, por mais atraentes que sejam, não são coerentes com a ideia da nossa vida. 
A gente se dá conta do quanto somos protegidos quando estamos em harmonia com o nosso coração. De que o nosso coração é essencialmente amoroso, o bordador capaz de tecer as belezas que se manifestam no território das formas. De que, sabedores ou não, é ele que tem as chaves para as portas que dão acesso aos jardins de Deus.
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

7 de janeiro de 2012

Tenho aprendido com o tempo que a felicidade vibra na frequência das coisas mais simples.
Que o que amacia a vida, acende o riso, convida a alma pra brincar,
são essas imensas coisas pequeninas bordadas com fios de luz no tecido áspero do cotidiano"
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

1 de janeiro de 2012

Para o ano novo, se eu conseguir ser novo, quero o sabor de saber, na prática, que somos feitos para a felicidade, para a troca, para a paz, para a bondade, para facilitarmos a existência uns dos outros. 
Para a coragem e a alegria de simplesmente ser.
(ana cláudia saldanha jácomo)

26 de dezembro de 2011

A vida tem uma sabedoria que nem sempre alcanço, 
mas que eu tenho aprendido a respeitar, cada vez com mais fé e liberdade.
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)

3 de novembro de 2011

Eu não tenho muitas respostas. O que eu tenho é fé. A lembrança de que as perguntas mudam. Um modo de acreditar que os tiquinhos de sol possam sorrir o suficiente para desarmar a sisudez nublada de alguns céus. 
E uma vontade bonita, toda minha, de crescer. 
(Ana Cláudia Saldanha Jácomo)